sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Por que (e como) a Esquerda ainda consegue enganar muitas pessoas? – Parte I

 

Prezados amigos leitores, por se tratar de um tema extenso, mas de muita importância, publicaremos este artigo em duas partes, para melhor entendimento do conteúdo!

Por que (e como) a Esquerda ainda consegue enganar muitas pessoas?

Não é nenhuma novidade para ninguém que o desejo da esquerda é ter o poder total e absoluto nas mãos. Uma vez no poder, ela quer se perpetuar eternamente com um único objetivo: dominar, controlar, e escravizar tudo e todos. Todos terão que ser totalmente submissos ao Estado se quiserem sobreviver. É como disse o comunista Lênin: “Comerão as migalhas que caírem das nossas mesas. O Estado será Deus!“.

Mussolini (ditador fascista) disse: “Nada acima do Estado, nada fora do Estado, e nada contra o Estado”. Para a esquerda, o Estado é a autoridade máxima, ou melhor, somente o Estado é o único que sabe o que é melhor para as pessoas (e também é quem dá a palavra final sobre todo e qualquer assunto).

Essas frases, por si mesmas, já deixam bem claro e evidente o caráter dominador, escravizador, e totalitário da esquerda. Não há espaço para compaixão, amor, ou qualquer outro sentimento. Quando estes mesmos sentimentos são propagados, são utilizados pela esquerda apenas para dar uma aparência “educada” ao público. Assim como o diabo se disfarça em anjo de luz, os esquerdistas e seus comparsas são verdadeiros lobos que se apresentam ao público em pele de cordeiro, para enganar a todos com palavras bonitas (e discursos educados)! Não é o que acontece hoje?

A esquerda utiliza muitos argumentos para enganar as pessoas (inclusive os próprios militantes)! É óbvio que seria impossível relacionar todos esses argumentos, mas podemos destacar alguns dos principais:

1 – Influência do meio – Este argumento se baseia na teoria humanista  (“o ser humano é bom, o meio é que o corrompe“). Para a esquerda, quem nasce numa favela onde predomina a pobreza, o tráfico de drogas, e a criminalidade, tem a tendência de se tornar também um criminoso. É como se todas as pessoas dessa mesma favela fossem obrigadas a ter somente esta opção de vida (e não pudessem seguir outros caminhos), tipo um “maria-vai-com-as-outras” (que se deixam influenciar pelos outros, e não têm opinião nem decisão própria).

O que a esquerda não sabe (ou finge não saber) é que o crime é uma escolha de vida. Há casos de pessoas que nasceram em favelas, e, mesmo assim, não se deixaram influenciar pelo meio. A título de ilustração, vejam como é a vida de uma pessoa que faz certas escolhas:

Um certo cidadão (que eu vou chamar de José) nasceu numa família pobre. É negro, filho de um operário da construção civil e de uma empregada doméstica. É o mais velho de 3 irmãos. Veio do Nordeste (do interior de Pernambuco) para a cidade grande (no caso, São Paulo). Passou a infância e a adolescência numa favela.

Para ajudar a família, José trabalhava durante o dia vendendo doces e engraxando sapatos. À noite, estudava em escola pública. Com muito esforço, conseguiu concluir o ensino médio (antigo segundo grau). Trabalhando e estudando, conseguiu vencer na vida: hoje é funcionário público federal concursado. Seus irmãos também foram bem sucedidos: um é engenheiro, e o outro é advogado.

Durante a adolescência, José recebeu inúmeros convites do mundo do crime: queriam que ele fosse “avião” (passador de drogas), ofereceram muito dinheiro a ele para ser “olheiro” (elemento que avisa aos criminosos quando a polícia está chegando), enfim, José foi tentado pelo crime de todas as formas (assim como Jesus foi tentado pelo diabo no deserto). Mas José teve firmeza em dizer “não” a todos a essas propostas demoníacas. Ele agiu exatamente como disse o apóstolo Tiago:

Bem-aventurado é o varão que sofre a tentação; pois, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido para aqueles que O amam. Ninguém, quando for tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e Ele mesmo não tenta a ninguém. Mas cada um é tentado, quando atraído e seduzido pela sua própria concupiscência. Depois, a concupiscência, tendo concebido, gera o pecado; e o pecado, uma vez consumado, produz a morte. Não erreis, meus amados irmãos. Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação” (Tiago 1:12-17)

Essa atitude de José mostra que é possível ser uma luz no meio das trevas!  É como disse o salmista:

Bem-aventurado é o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, e não se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do Senhor; e nela medita dia e noite” (Salmo 1:1-2)

José fez uma escolha: decidiu ser um cidadão de bem, e venceu na vida! Por que outras pessoas iguais a ele não podem fazer o mesmo?

Outro exemplo de pessoa que venceu na vida foi Bira (um morador de rua de Recife, que foi aprovado no concurso do Banco do Brasil). Este caso (que teve repercussão nacional) até rendeu uma reportagem: “Do banco da praça para o Banco do Brasil” (mais detalhes aqui)!

Essa história do Bira mostra que toda e qualquer pessoa, independente de condição social ou qualquer outra diferença, é capaz de vencer na vida, desde que tenha força de vontade! Por que os esquerdistas não tomam estes casos como exemplo?

2 – Compaixão assistencialista – A esquerda sempre apela para o sentimentalismo no intuito de parecer “bondosa” aos olhos do público (e querendo acabar com as “injustiças”). Os esquerdistas até questionam: “Você (cidadão comum) acha justo uma minoria ser rica, enquanto a maioria é pobre e passa fome?“.

Para a esquerda, é crime ser rico. Se, por exemplo, eu prosperar mais do que outras pessoas, mesmo que seja pelos meus próprios esforços, eu estou contribuindo para aumentar as desigualdades sociais, como se eu fosse culpado por ter uma vida melhor em relação a quem é desfavorecido! Dá para entender?

Se um sujeito sai do campo e vai para a cidade grande morar numa favela, mal conseguiu estudar, não trabalha (ou, se trabalha, ganha pouco), e faz filho a torto e a direito para viver às custas do assistencialismos do governo (principalmente o Bolsa Família), eu sou culpado por ele agir assim? De forma nenhuma! Não tenho nada a ver com isso!

Aí o governo esquerdista, por ver que eu tenho mais do que esse favelado, me tributa violentamente (ou me obriga a dividir o que eu tenho), em nome de uma suposta “justiça social”!

Quantos, atualmente, sabem disso? Ou será que ninguém nunca soube que o PT, e os demais partidos de esquerda, pensam e agem exatamente assim?

A esquerda confunde propositalmente Caridade com Assistencialismo. Caridade é uma ajuda voluntária, dada de forma espontânea. Assistencialismo  é uma caridade forçada. É como se todas as pessoas com boas condições, tivessem obrigação de ajudar quem é pobre! Ajudar uma pessoa pobre, vez ou outra, até pode ser uma atitude louvável. Porém, ajudar eternamente a mesma pessoa, sem que ela mesma procure se esforçar, por vontade própria, para melhorar de vida, é contribuir para que ela se torne um parasita! Foi por isso que Confúcio (filósofo chinês) afirmou sabiamente:

Se queres saciar a fome de um homem, dê a ele um peixe; mas se queres que este mesmo homem sobreviva, ensine-o a pescar

Já que os esquerdistas exigem tanto que todos tenham essa “compaixão” dos mais necessitados, que tal eles mesmos serem os primeiros a dar o bom exemplo nesse sentido?

 

Continua no próximo artigo!

 

 

 

Justiceiro Solitário, para Vida Destra, 13/11/2020.
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