quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

A guerra psicológica da Covid-19

 


Estamos próximos de fazer um ano de massacre psicológico, onde a população mundial está sendo submetida a uma de suas piores crises.

Cientistas, governantes, “especialistas”, sem saber o que fazer, jogam a população de um lado para o outro, ora fechando todo mundo em casa, ora liberando, e agora tentando fechar tudo novamente.

A imprensa por sua vez virou a palmatória do mundo, a X9 mundial, estão fazendo hoje tudo que sempre criticaram, tolher a liberdade de ir e vir do cidadão, bombardeando a todos,  24 horas por dia, 7 dias por semana, com histórias apocalípticas, e mostrando “os desajustados” que não usam máscaras, se reúnem em festas, aglomeram-se nas ruas, nas praias, barzinhos e shoppings.

A população mundial reagiu contra tudo isso e não quer mais ser subjugada, optou pela liberdade, pela sanidade.

Será que alguém está medindo o índice mundial de suicídios? Hoje existem três classes de pessoas: as que resistem e lutam pela sua liberdade, as que se submetem, e as que desistem e tiram suas próprias vidas antecipando o “inevitável”.

Das que se submetem, só  lhes resta tomar remédios para ansiedade, depressão e, as que lutam, pensam em viver intensamente a vida hoje, buscam a normalidade em meio ao caos, usam seu instinto de sobrevivência para não se entregar sem luta.

Esse movimento está explodindo em todas as nações.

Olhando o mundo desde o início dos tempos, prevalece o equilíbrio, em função da cadeia alimentar. O homem apareceu no topo dessa cadeia e como a natureza resolveu isso? Instinto de poder, conquista, desde então, por um motivo ou outro, seja por território, religião, domínio do comércio ou mesmo submeter um povo à escravidão. A história está cheia de relatos, se de um lado milhões perderam sua vida, provocando o equilíbrio da população, de outro, culturas e conhecimento nos trouxeram até aqui.

Voltemos a 2019, com o presidente americano Donald Trump pressionando a China, abrindo a guerra do 5G, impondo tarifas às importações vindas daquele país, usando de pressão sobre os países europeus para reduzir o crescimento do país asiático.

No auge dos ataques, surge uma doença desconhecida, um vírus que “milagrosamente” pulou de um animal e contaminou uma pessoa, e daí se disseminou de modo exponencial e hoje atingiu todo o mundo. Sem remédio, sem vacina e sendo seletiva, matando velhos e pessoas com doenças, o vírus nos ataca em nossos pontos fracos!? Novamente seletividade da natureza para equilíbrio do planeta? Que vírus “inteligente”! Ao mesmo tempo que ameaça nossos idosos e pessoas vulneráveis, prendeu em casa os mais jovens, justamente os que são provedores através do trabalho. O efeito dominó aconteceu e a economia mundial desabou. O foco dos ataques à China deu lugar à um salve-se quem puder. Cada um se voltou ao seu próprio problema interno.

E o que aconteceu com o país zero? Crescimento econômico, vacinação em massa, eles tem o antídoto? Puseram o mundo de joelhos dando-nos um castigo como se fossemos crianças travessas? Seremos dominados? Até quando virão as ondas de contaminação? Essa semana o Reino Unido detectou uma mutação com poder 70% maior de contaminação mas que não quer matar o hospedeiro, claro, ele quer subjuga-lo, torna-lo escravo.

Uma estratégia de ataque é o “ataque pelos flancos”, onde o invasor ataca os lados menos guarnecidos, provocando as baixas necessárias, até enfraquecer o oponente. Alguma semelhança com o que acontece hoje?

O mundo foi subjugado, dominado. Potências antes dominadoras, agora empobrecidas, destruídas psicologicamente e à ponto de terem convulsões sociais, terão que cair aos pés do vencedor que iniciou a terceira guerra mundial, e a venceu sem dar um tiro sequer e ao mesmo tempo matou milhões.

A culpa é do vírus!?

 

 

Robson Leite, para Vida Destra, 23/12/2020.                                                          Sigam-me no Twitter! Vamos conversar! @RobsonGLeite

 

 

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