quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

A PROVA FINAL DO GENOCÍDIO BIOTERRORISTA CHINÊS

                         


Sérgio Alves de Oliveira

Advogado e Sociólogo

Ningúem mais no mundo ainda tem qualquer dúvida que o  novo coronavirus teve origem na China,em Whuan,e dali foi disseminado rapidamente para todos os países. E também se sabe com certeza que nessa mesma cidade  chinesa onde o maldito vírus nasceu existe um dos raros laboratórios biológicos  do mundo,evidentemente, e por essa simples razão,aparelhado com avançada  tecnologia  para “produzir” ,se assim o desejar,bioterrorismo,ou terrorismo biológico,só dependendo de  eventual “vontade política” nesse desiderato, ou acatamento forçado  de “ordens superiores”.

Invariavelmente, em todas as investigações criminais que se procedem em qualquer legislação penal do mundo,a primeira questão a ser desvendada para buscar o culpado do   crime é descobrir quem levou vantagem econômica com o fato  em investigação. E ao que tudo indica, pelo dados provisórios já levados ao conhecimento público,a única grande potência do mundo  com significativo crescimento no seu Produto Interno Bruto-PIB,relativamente ao ano findo de 2020, após a pandemia  do Covid-19, foi precisamente a República Popular da China.

Mas se os fatos plenamente conhecidos e a vantagem econômica  que teve a China com o novo coronavírus,que lhe propiciou  nesse curto período de tempo condições para  comprar a metade de um mundo “quebrado”,com seu setor produtivo em processo de venda por “liquidação”,não forem suficientes para apurar o “culpado”,há outros elementos que reforçam a convicção da culpa das autoridades chinesas responsáveis pela tragédia que abalou as estruturas da economia e da saúde do mundo.

Como explicar,por exemplo,que os “insumos”,ou a “matéria prima”, conhecidos pela sigla IFA (ingrediente farmacêutico ativo) ,para fabricação das vacinas  CoronaVac,da farmacêutica chinesa Sinovac, pelo Instituto Butantan,do Brasil,e da vacina  Oxford/AstraZeneca,pela Fiocruz,ambas aprovadas no Brasil pela Anvisa, são dependentes exclusivamente de fornecedores chineses ?

Praticamente interrompendo as negociações que corriam normalmente  para importação das vacinas e  insumos (IFA) para sua produção nos laboratórios brasileiros,eventualmente por razões de “feridas” diplomáticas entre os fornecedores e o Brasil,nosso país acabou recebendo até agora somente 2,1 milhões de doses de vacinas CoronaVac ,prontas para aplicação,e 3,4 milhões de doses de insumos que serão envasados na fábrica do Instituto Butantan,em São Paulo.

Mas como explicar a reviravolta frustrante em relação ao vôo da aeronave Embraer E-195, da AZUL, que fizera escala no aeroporto do Recife ,e prosseguiria até a Índia para buscar a vacina da Oxford,mas teve que “abortar” esse vôo, depois que tudo já estava acertado? Quem fez essa “sacanagem” com o povo brasileiro?

Se eventualmente ainda pudesse haver alguma dúvida sobre a autoria e a culpa por essa nova tragédia para a humanidade, que já infetou 96,2 milhões de pessoas pelo mundo, e matou 2,1 milhões,essa dúvida deve ser dissipada pela simples razão de que não pode de maneira nenhuma ser mera “coincidência” o  fato da matéria prima para produção da vacina contra o novo coronavirus ser “exclusividade” dos chineses, sabendo-se  que esse país não ocupa os primeiros lugares no mundo nas ciências médicas e no combate às doenças.

Como a China obteve tão rapidamente uma vacina para imunização de uma doença virológica  tão nova,”nascida” em Whuan, há pouco mais de um ano? Que “milagre” é esse? Será que esses produtos já não estavam “prontinhos”,antes das primeiras contaminações por esse vírus? Será que a China imagina  que tem o direito de quebrar as pernas dos outros,reservando-se o direito de vender-lhes as muletas?

Tudo indica, portanto, que a culpa pelo novo coronavirus deve recair sobre as autoridades chinesas diretamente responsáveis,já que o “pais” China ,como pessoa jurídica,no caso, de direito público interno,não pode responder criminalmente. Mas seus representantes,podem.

Apesar do número de vítimas mortais do Covid-19 ser menor que o número de vítimas  do holocausto judeu,pelo menos por enquanto,já que as mortes pelo vírus chinês ,de 2,1 milhões de pessoas,ainda é inferior aos  6 milhões dos campos de concentração nazistas,urge que desde logo a humanidade  comece a cogitar da instalação de um tribunal penal internacional para julgar os genocidas do novo coronavirus,no estilo de um novo “Tribunal de Nuremberg”.

Não é preciso ser jurisconsulto,juiz,promotor,advogado criminalista,investigador,ou detetive tipo “Sherlock Holmes”, para que se chegue à conclusão da responsabilidade criminal e civil das autoridades chinesas pelos nefastos efeitos do novo coronavirus.



Nenhum comentário:

Postar um comentário