segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

O atentado Manaus


José Maurício de Barcellos José Maurício de Barcellos  23/01/2021 às 23:48

Via Diário do Poder


Conforme divulgou a Agência Brasil, o total estimado de recursos e benefícios enviados ao Amazonas em 2020 foi de R$ 18,5 bilhões. Deste total R$ 1,9 bilhão foi distribuído à saúde e mais de R$ 650 milhões para despesas relacionadas ao combate da Covid-19 no estado. As transferências de recursos ao estado do Amazonas e seus municípios foram de R$ 8,9 bilhões.


O governo chegou a anunciar em coletiva realizada no dia 4 de maio de 2020 que mandou para o Amazonas 31 toneladas de álcool em gel e 200 cilindros de oxigênio. “O transporte foi feito por aviões da Força Aérea Brasileira através do Ministério da Defesa”, disse o ministro-chefe da Casa Civil, general Braga Netto.


Nesta semana, o sistema de saúde do estado entrou em colapso, em face da falta de oxigênio para pacientes do qual decorreu um recorde de enterros na capital. De imediato e sem alarde o Ministro da Saúde partiu para Manaus para de pronto adotar todas as providências de apoio à situação calamitosa – como sói acontecer neste governo – e apresentar um plano de enfrentamento à Covid-19. “Nós estamos trazendo enfermarias de campanha para reforçar os hospitais de referência que estão lotados, como o Delphina Aziz e o 28 de Agosto”, disse o Gal. Pazuello. 


O Ministério da Saúde informou que, até o momento, a força-tarefa montada para socorrer o Amazonas enviou 700 cilindros de oxigênio, 78 ventiladores pulmonares, além de medicamentos e mais de 2,5 mil profissionais da saúde.

 

Por sua vez, o Governador do Amazonas reconheceu publicamente a fantástica ajuda do governo central para seu Estado e isentou expressamente o Presidente da República de qualquer culpa pela situação caótica que se instaurou na capital que, segundo acusam seus opositores e a própria Justiça do Estado, é fruto da corrupção na área da saúde já levada às barras dos Tribunais. A tudo isso se acrescente, como é consabido, que os bandidos do STF de quem o povão tem verdadeiro asco, por mera perseguição política e flagrante abuso de poder, retiraram do Presidente eleito por 57 milhões de brasileiros o poder-dever de comandar o enfrentamento de uma grave calamidade nacional, equiparável aos estados de guerra e de comoção social.


Nem bem se sabia do que estava acontecendo em Manaus, no Amazonas, onde pessoas ficaram sem oxigênio e a rede pública de saúde entrou em colapso (antes já destroçada por décadas de má gerência e corrupção da esquerda delinquente), mas a mídia dos Barões da Comunicação, juntamente com a “cacicalhada” ordinária e os chefes das quadrilhas de Sarney a Temer começaram a exigir do lado negro do STF e do Congresso Nacional a cabeça do Capitão e a incitar o assassinato do Presidente da República. Isto está tomando proporções inimagináveis.


Em ato criminoso, um “bandidinho federal” do PCCSOL gritou de saída: “É impeachment ou morte!” Também dois vassalos do sistema Goebbels, medíocres e fracassados viúvos da Lei Rouanet, um tal de “Pouchete de Socialite” e “Maria Heroína” destilaram seu veneno, servindo de “claque organizada” para o triste espetáculo montado às pressas pelo  vagabundo Dória, que saiu correndo para frente da extrema mídia tentando, com concurso do ladrão e filho de ladrão, Rodrigo Maia, reunir seus derradeiros esforços para colocar em votação o “impichamento” de Jair Bolsonaro.


Tresloucado, vociferou o porcariazinho da Goebbels, metido a engraçado: “Não tem como ajudar. Uma tristeza. Temos que transformar esta impotência de quem gostaria de ajudar em revolta contra este governo criminoso. Impeachment já e, “chilicando” acrescentou: “O que mais você precisa Rodrigo Maia, quantos mais precisam morrer? Impeachment já!”


Por sua vez a mencionada global, em vídeo que transita no território livre da internet, com o linguajar rameiro que lhe é peculiar, tenta equiparar o impeachment da “Anta Guerrilheira” com o caso presente para difamar o Presidente da República, brandindo como uma possessa coisas ininteligíveis que, de tão chulas me nego de transcrever e mais, pregando um golpe gritou como louca: “Agora, Rodrigo Maia não sabe se vai impitimar! […] A grande oportunidade que você tinha era vota essa … desse Impeachment”, para finalizar aos berros: “Daí a gente vai ficar com aquele Mourão [vice-presidente], o que a gente vai fazer com aquele homem? […]Por que ainda estamos com esse governo, cheio de militar, de homem velho, branco e […]”


Logo adiante, o tresloucado “Ciro do Pó” tudo reforçou bravateando que virá à frente de uma coluna comunista para fazer com Bolsonaro o que fizeram com Mussolini e sua mulher Claretta Petacci no tempo do nazismo, ou seja, irá mata-los à bala e pendurá-los de cabeça para baixo em praça publica.


Isto tem que parar! Atenta-se contra a honra, contra os poderes constitucionais e contra a vida do primeiro mandatário do País e tudo fica por isso mesmo, tudo é permitido, tudo é tido como mera expressão da livre manifestação do pensamento. Todavia, quando qualquer dos patriotas exerce livremente seu poder maior, garantido pela Constituição, aí, então, é encarcerado por ordem do STF, alegando-se a prática de atos antidemocráticos, um crime jamais previsto no ordenamento Pátrio. A doente verborragia dos contras; as loucuras dos que sofrem de abstinência por conta dos vícios das drogas e de roubar, nada disso me espanta ou mesmo comove, mas os sinais ostensivos dos poderosos que se valem de suas funções no legislativo e no judiciário para, noite e dia, tentar derrubar o Presidente da República, isso sim é muito o mais nocivo e perigoso. Como colocar um ponto final nesta intolerável situação? Esta é a grande questão da qual cumpre o Governo de Jair Bolsonaro se desincumbir rapidamente e de uma vez por todas.


Cada episódio deste como o de Manaus; cada acidente de percurso que ocorre na vida do País vira um Deus nos acuda e gera uma instabilidade descomunal. O objetivo é o mesmo: criar o caos e derrubar o Presidente Bolsonaro. Do jeito que as coisas vão, o governo da União vai ficar emparedado e não poderá fazer mais nada, senão gastar todo seu tempo e energia girando em torno da maldita esquerdalha.


Neste caso de Manaus, por exemplo, o Ministério do Exército que, convocado pelo Presidente da República saiu em socorro dos amazonenses, por sua vez, além de tudo o mais, teve que desmentir e desmistificar um solerte ataque da extrema imprensa, proxeneta da comiseração pública, que tentou humilhar a instituição por conta do ódio que amarga contra quem foi capaz de retirar suas mãos sujas dos cofres do erário, Jair Bolsonaro.


A revista Época publicou um o sermão encomendado pela vermelhada ressentida, atacando o governo e o Exército Brasileiro enquanto os contingentes deste último estavam na linha de frente do combate à desgraceira criada pela abjeta classe política. A instituição se viu obrigada a exigir uma retratação. A meu sentir seria caso de fechar o periódico por crime contra a segurança nacional, na esteira de muitas decisões que vem sendo adotadas pelo STF.

Assim, o General de Divisão e Chefe de Comunicação Social do Exército brasileiro, Richard Fernandez Nunes, encaminhou à editora-chefe da revista Época (um pasquim ordinário pertencente ao Grupo Globo), Ana Clara Costa, na segunda-feira (18.01), carta exigindo que o “jornalista”, Luiz Fernando Vianna, se retrate das acusações que ele fez às forças armadas em texto publicado no domingo (17.01).


Entre as graves e levianas injúrias perpetradas pelo burrego vermelhusco destacam-se as seguintes: 1) “…Só agora e, quase à revelia dele (Eduardo Pazuello), cidadãos daqui começam a ser vacinados”, disparou Vianna, sugerindo que o ministro da saúde do Governo Bolsonaro não queria que os cidadãos do país se vacinassem contra a Covid-19; 2) “Suas credenciais eram as de um craque da logística. Ele pode ser bom em distribuir fardas e coturnos, mas, como estamos vendo, não sabe salvar vidas”, criticou o profissional de imprensa, omitindo do leitor que a correta e pontual entrega de material e insumos tem salvado vidas em todo o país; 3) “O lambe-botas do presidente… A tragédia do Amazonas reforça o que não é novidade, mas, ainda assim, é terrível: temos um governo que atua para que um número, cada vez maior, de brasileiros morra. Não é acidente. É projeto”, afirma; 4) “O Exército ainda está sendo cúmplice da, quem diria, ‘venezuelização’ do Brasil. Em vez das milícias boliviarianas de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, estão em formação as milícias bolsonaristas: facilitação da compra de armas por civis, aumento de poder e de vencimento para policiais, mobilização de apoiadores contra o Legislativo e o Judiciário para que estes se submetam ao Executivo”.


A carta resposta pedindo à revistinha e ao doente “jornazista” – que escreve muito mal e articula pior ainda – imediata retratação foi contundente: “Atribuir a morte de brasileiros a uma Instituição de Estado, cuja história se confunde com a da própria Nação, nas lutas pela manutenção de sua integridade, caracteriza comportamento leviano e possivelmente criminoso”. “Cabe ressaltar que, durante a pandemia, o Exército, junto às demais Forças Armadas e a diversas agências, tem-se empenhado exatamente em preservar vidas. Para isso, vem empregando seus homens e mulheres por todo o território nacional, particularmente em áreas inóspitas, onde se constitui na única presença do Estado, realizando atendimentos médicos, aumentando estoques de sangue por meio de milhares de doações, transportando e entregando medicamentos e equipamentos, montando instalações, desinfetando áreas públicas, enfim, estendendo a ‘Mão Amiga’ a uma sociedade que lhe atribui os mais altos índices de credibilidade”, afirmou o chefe de Comunicação do Exército.


Este episódio da medíocre Época – bunker dos escritórios do crime dos Marinhos – não teria ocorrido se, por exemplo, lá atrás o governo eleito, diante de umas das primeiras e claras afrontas da bandidagem do STF tivesse tratado tudo com o rigor da lei. O Exército de Caxias jamais poderia, por seu Comandante Supremo, chegar ao ponto de tolerar que três de seus Oficiais Generais de quatro estrelas e no pleno exercício da função de Ministro de Estado fossem humilhados e insultados pela ameaça desnecessária e açodada de serem conduzidos a depor em um inquérito judicial “debaixo de vara”.


O real propósito do corrupto e decadente ex Mandarim de FHC no STF que, por conta de sentimentos subalternos, desafiou as Forças Armadas restou evidente, “atingir a honra e a autoridade do Chefe desta Nação”. Isto é imperdoável e tal qual as injúrias da revista Época terão que ser cobradas, severamente, quando a hora dos patriotas chegar. E, como sempre aviso, um dia chegará!


Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. E-mail: bppconsultores@uol.com.br.

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