quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Até quando?

 


Até quando serão aceitos mecanismos arbitrários de controle pelo poder público estatual nos mais diversos estados?

Vivemos em uma realidade distorcida entre cores dramáticas: vermelho, preto. Vivemos em uma realidade que onde é marcado o horário para a circulação do vírus: sim porque se não podemos circular em determinado horário é porque tal acordo, com a praga, foi previamente combinado! E pior, são totalmente randômicas tais regras, uma semana pode, outra não, na próxima talvez.

Claro esses parágrafos são de um típico negacionista, afinal de contas nunca tivemos UTIs de hospitais públicos lotadas, cá pra nós essa situação é nova, não é verdade?

Estamos num verão escaldante em nosso país, logo as temperaturas cairão, teremos o inverno, época onde o número de doenças respiratórias aumenta significativamente, só que esse ano será ainda, acreditem, o inverno da COVID-19.

Já atravessamos um 7 de setembro de praias lotadas, uma eleição para vereadores e prefeitos, e quando tudo parecia melhorar, após a abertura das urnas, o vírus, voltou “com mais ira”.

Entre novas cepas/variantes do vírus, o governo brasileiro opera muito aquém do que poderia, pois afinal de contas, o crescimento do país fica restrito a programas estaduais de governos autoritários.

Já vimos o fenômeno nós EUA, os gráficos mostram a queda de casos de forma vertiginosa após o governo Biden tomar posse: a imprensa mudou de lado e tá tudo bem agora.

Nada como o milagre do apoio casuístico de uma agenda, nem que para isso, seja necessário paralisar o mundo.

 

 

Semana Caravana, para Vida Destra, 24/02/2021.
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