terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Ganância, Ambição e as Narrativas

 


Um dos pilares do capitalismo, é o lucro. É em busca do lucro, que empresas crescem, se criam empregos, novas tecnologias aparecem diariamente, e que bons profissionais, são valorizados, criando uma sensação de bem-estar em toda a sociedade.

O lucro e a riqueza só são demonizados pelos sociais-democratas e esquerdistas, mas isso já sabemos ser pelo simples fato de que bem-estar e riqueza tornam os homens livres e, por consequência, independentes – uma aberração para quem quer controlar a todos através do Estado. 

Nesta guerra de narrativas usam o termo “ambição” com sentido pejorativo, porém, há de se deixar claro que ser ambicioso é uma virtude!

As pessoas se confundem muito, ou se deixam confundir, entre “ambição e ganância”. Notem, que à primeira vista, parecem ser a mesma coisa, mas na verdade existe uma sutil diferença entre elas.

O ambicioso tem um forte desejo de conseguir algo ou de fazer algo, costuma demandar trabalho duro e determinação. Uma pessoa ambiciosa busca mais dinheiro e poder, mas não é só isso. Ela deseja mais amor, mais amizade, mais saúde, mais bem-estar, mais crescimento para si e para os seus, tornando o mundo um lugar melhor, pois usa de ética e moral, sabe que seu crescimento depende do crescimento à sua volta.

Um bom exemplo é o empresário que, para crescer, depende de consumidores com poder aquisitivo.

O ganancioso tem desejo egoísta e intenso por algo, especialmente poder, riqueza. Não se detêm diante de nada, nem de ninguém. A pessoa gananciosa não tem escrúpulos para atingir suas conquistas. Quase sempre o faz através do esforço de terceiros os quais ela subjuga, usa ou coage. 

Um bom exemplo são os políticos que governaram nosso país nos últimos 35 anos, com acordos escusos, milhares de desempregados e analfabetos, sendo subjugados pela miséria e ignorância, mantidos nas rédeas por subsídios e/ou benefícios como bolsa-família.

Ou, quando se aproveitam de alguma tragédia, como estamos vendo políticos e empresários fazendo nestes tempos de pandemia, com governadores e prefeitos aproveitando a não exigência de licitações para levar vantagens, empresários superfaturando produtos de saúde, ou em conluio com políticos para lucrarem juntos, sem se importarem com os doentes e o número de possíveis óbitos.

Porém, temos que ter discernimento para sabermos separar muito bem as duas coisas. E um bom exemplo disso foi a alta de preços que vimos em 2020, no auge da pandemia. Como a função do empresário é o lucro e considerando que tem despesas, além de uma alta carga tributária, e com a economia toda paralisada, essa alta provavelmente foi resultado de falta de estoque, demanda, transporte  e falta de produção, e não culpa do capitalismo selvagem, como pregaram um monte de esquerdopatas nas redes sociais.

Por isso, se informem, procurem conhecimento, pois só assim, não serão enganados por narrativas tipo “fique em casa, a economia se vê depois” ou ”temos que esperar a vacina”, e muitas outras, onde vocês poderão ser usados para encobrir o verdadeiro interesse de um ganancioso!

 

 

Adilson Veiga, para Vida Destra, 02/02/2021
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Obs. Publicado originalmente no Vida Destra.




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