quinta-feira, 22 de abril de 2021

Os bandidos insistem e se organizam!

 


O crime organizado nunca foi tão “organizado”. Parece não haver saída, livramento, fuga, dos canalhas da velha política. A Revista Vida Destra é um dos instrumentos que ainda resistem ao bombardeio promovido pelos cretinos e seus organismos de operação.

Quando denunciada por Olavo de Carvalho, a doutrinação ideológica foi considerada mais uma “teoria da conspiração”, quando não uma loucura de um indivíduo ou grupo. Agora, pois, vemos o que restou do verdadeiro povo brasileiro. Uma meia dúzia de pessoas sérias, que recusam o assistencialismo do Estado petralha, e ousam seguir na direção contrária daquela ensinada a nossos filhos pelos professores barbudinhos com camisetas de Che Guevara e pelas ativistas de cabelo roxo com suas conclusões “a la” Marcia Tiburi, dizendo que o assalto carrega uma lógica que deve ser compreendida e tolerada.

O crime organizado é sustentado no Brasil por partidos políticos, que são os principais garantidores da impunidade aos criminosos menores como traficantes e assassinos. Sim, qual a surpresa? Vai me dizer que você acha que Marcola e Fernandino Beira Mar são mais perigosos que Zé Dirceu e Renan Calheiros? Você ainda acredita que André do Rap é mais nocivo á sociedade do que Lula? Onde você esteve nos últimos cinquenta anos? Tente fazer um exercício simples: Quantas pessoas a corrupção do PT matou e quantas André do Rap matou? Alguma dúvida? Estamos falando de organizações muito mais complexas do que imaginamos. Os “propinodutos” construídos pela organização criminosa PT, junto às empreiteiras que fizeram parte do esquema são muito mais sistematizadas do que o PCC (Primeiro Comando da Capital), Comando Vermelho ou o tráfico de drogas das grandes e pequenas cidades.

A sustentação do crime organizado se dá por hierarquia. Primeiro o partido político, depois as empresas e pessoas ligadas a ele, seguidos pelos políticos que possuem ligação direta e indireta com o tráfico e outros tipos de crimes altamente rentáveis. Vide o “diálogo cabuloso” que determinado partido político tinha com o PCC. Veja, por exemplo a conversa de Alexsandro Pereira, conhecido como Elias, membro da cúpula da organização criminosa, reclamando da saída do PT do poder e da perda de espaço na política, após a extirpação do partido do cenário político e da chegada do Presidente Bolsonaro ao Palácio do Planalto:

(…) Então, se os cara começou mexendo com quem estava na linha de frente, os caras já entrou falando o quê? ‘Com nóis já não tem diálogo, não, mano. Se vocês estava tendo diálogo com outros, que tava na frente, com nóis já não vai ter diálogo, não’. Esse Moro aí, esse cara é um f…. da p…, mano. Ele veio pra atrasar. Ele começou a atrasar quando foi pra cima do PT. Pra você ver, o PT com nóis tinha diálogo. O PT tinha diálogo com nóis cabuloso, mano, porque… situação que nem dá pra nóis ficar conversado a caminhada aqui pelo telefone, mano.” Matéria original aqui!

É por essas e muitas outras que Bolsonaro enfrenta um turbilhão de inimigos ávidos por destruí-lo. Como escrevi em artigo anterior, ele não é um outsider; é resultado da reação natural de um país que ainda conserva maioria trabalhadora e honesta, que se cansou de ser roubada. Para termos uma ideia dos variados extremos que a esquerda pode chegar para tentar atingi-lo, veja a que ponto chegamos com Renan Calheiros investigando supostos crimes do Presidente da República no combate a pandemia, na relatoria da suspeitíssima CPI da Pandemia. É muito mais fácil entender a manobra do que se imagina. Primeiro o STF obriga o submisso e acovardado Senado a instaurar uma CPI na pior hora possível. Irresponsabilidade? Não! Propositalmente mais uma manobra para desestabilizar o país e atingir o governo. Num momento onde as reformas são tão fundamentais, certamente sua realização daria muito fôlego ao Presidente em meio a um desgaste natural. Por isso, não pense que a CPI é benéfica por investigar também governadores e prefeitos. Certamente as cartas já estão marcadas. Haverá proteção a eles e grande manobra contra Bolsonaro.

É o crime organizado eleito pelo povo. Ele tem suporte jurídico na mais alta corte, basta ver os atos que resultaram na soltura tanto do grande criminoso Lula e do comparativamente pequeno André do Rap.

As coisas acontecem de um jeito tão fabuloso, que até tive coragem de criar uma pequena história explicando o que Lula e a esquerda fazem para continuarem assaltando o país. O chefe do crime cria um esquema bem organizado.  Funciona assim: Ele conta um monte de mentiras e ilude o povo. Depois disso é eleito. Após a eleição indica aqueles que o defenderão quando seus crimes forem escancarados. Se a população pressionar e o prenderem, seus indicados mudam a lei, manobram descaradamente e dão um jeito de solta-lo e em seguida absolve-lo. E ainda resta destruir o principal inimigo, que está na cadeira presidencial. Mais uma vez ele aciona seus indicados e eles criam meios de desgastar o inimigo até o seu limite. A população acredita em tudo que criou e ele acaba novamente nos braços do povo.

Tudo isso seria perfeito se não fosse pelas mídias independentes. O crime organizado se esqueceu de vigiar a tecnologia. Ela se tornou sua principal inimiga. Não dá mais para mentir para todos. Aquela parcela que abandonou a Globo e a Folha de São Paulo foi suficiente para eleger o novo Presidente e se libertar da velha mídia. Por isso você, caro leitor, tem a convicção que o STF soltou Lula, mas ele jamais será inocentado. O crime organizado tem muito poder, mas jamais voltará a agir com tamanha liberdade como agiu no passado.

 

 

Davidson Oliveira, para Vida Destra, 22/04/2021.
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