domingo, 30 de maio de 2021

NEGÓCIOS

 


“E ele lhes disse: Por que me procuráveis? não sabíeis que me convém

tratar dos negócios de meu Pai?“ — (LUCAS, capítulo 2, versículo

49.)

O homem do mundo está sempre preocupado pelos negócios referentes

aos seus interesses efêmeros.

Alguns passam a existência inteira observando a cotação das bolsas.

Absorvem-se outros no estudo dos mercados.

Os países têm negócios internos e externos. Nos serviços que lhes dizem

respeito, utilizam-se maravilhosas atividades da inteligência. Entretanto, apesar

de sua feição respeitável, quando legítimas, todos esses movimentos são

precários e transitórios. As bolsas mais fortes sofrerão crises; o comércio do

mundo é versátil e, por vezes, ingrato.

São muito raros os homens que se consagram aos seus interesses

eternos. Freqüentemente, lembram-se disso, muito tarde, quando o corpo

permanece a morrer. Só então, quebram o esquecimento fatal.

No entanto, a criatura humana deveria entender na iluminação de si

mesma o melhor negócio da Terra, porqüanto semelhante operação representa

o interesse da Providência Divina, a nosso respeito.

Deus permitiu as transações no planeta, para que aprendamos a

fraternidade nas expressões da troca, deixou que se processassem os

negócios terrenos, de modo a ensinar-nos, através deles, qual o maior de

todos. Eis por que o Mestre nos fala claramente, nas anotações de Lucas: —

“Não sabíeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?”

Nenhum comentário:

Postar um comentário